Visões Úteis
Coletivo artístico
O Visões Úteis (1994) é um projeto artístico sediado no Porto e que se move por entre os limites das artes performativas. Projeto colaborativo, pluridisciplinar e de autor, que se produz a si próprio por entre atividades de criação, programação, investigação, formação e desenvolvimento do território. No Visões Úteis o projeto estético sempre cresceu em sintonia com uma forte motivação ética numa constante reflexão acerca do sentido contemporâneo de fazer arte e teatro, que quotidianamente marca as opções de trabalho, agudiza a consciência da responsabilidade social e política para com as comunidades envolventes e obriga à partilha dos processos de reflexão e autonomia da arte contemporânea com a população em geral, e em particular com todos aqueles que vivem nas periferias, sejam estas de geografia, género, geração, cultura ou etnia. Marca desta identidade é o crescimento da atuação no domínio da programação associada ao desenvolvimento do território, a transferência de conhecimento entre instituições de ensino superior e profissões das artes performativas e a diversas parcerias de criação, aprendizagem e acolhimento, nomeadamente em contexto europeu. A Direcção Artística é de Carlos Costa, que partilha a direcção de projetos com Ana Vitorino, Inês de Carvalho, Joana Ferrão, João Martins e Jorge Palinhos.
Visões Úteis
Coletivo artístico
Bio
O Visões Úteis (1994) é um projeto artístico sediado no Porto e que se move por entre os limites das artes performativas. Projeto colaborativo, pluridisciplinar e de autor, que se produz a si próprio por entre atividades de criação, programação, investigação, formação e desenvolvimento do território. No Visões Úteis o projeto estético sempre cresceu em sintonia com uma forte motivação ética numa constante reflexão acerca do sentido contemporâneo de fazer arte e teatro, que quotidianamente marca as opções de trabalho, agudiza a consciência da responsabilidade social e política para com as comunidades envolventes e obriga à partilha dos processos de reflexão e autonomia da arte contemporânea com a população em geral, e em particular com todos aqueles que vivem nas periferias, sejam estas de geografia, género, geração, cultura ou etnia. Marca desta identidade é o crescimento da atuação no domínio da programação associada ao desenvolvimento do território, a transferência de conhecimento entre instituições de ensino superior e profissões das artes performativas e a diversas parcerias de criação, aprendizagem e acolhimento, nomeadamente em contexto europeu. A Direcção Artística é de Carlos Costa, que partilha a direcção de projetos com Ana Vitorino, Inês de Carvalho, Joana Ferrão, João Martins e Jorge Palinhos.
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