Rui Francisco
Cenógrafo e Arquitecto
Cenógrafo e Arquitecto. Estreia-se como assistente de cenografia de José Manuel Castanheira. É membro fundador da APCEN - Associação Portuguesa de Cenografia. É Cooperante do Teatro O Bando e integrou a Direcção Artística entre 2003/2024. Percorre, desde 1989, os Territórios Livres da Arquitectura e da Cenografia como criador de Espaço para o Quotidiano, Televisão, Cinema e Teatro. É coautor do Projecto de Arquitetura do Museu do Oriente com Carrilho da Graça, (prémio Melhor Museu Português, 2009). Autor de múltiplos espaços cenográficos para cinema, entretenimento e ficção televisiva destacando Depois do Adeus (Patrícia Sequeira); concertos Ana Moura nos Coliseus-2017; Prémios PLAY da Música Portuguesa e documentário Quem vai a Guerra (Marta Pessoa). Criou com vinte encenadores/as, mais de oitenta cenografias para teatro, com diversas nomeações e prémios, destacando: A Morte do Corvo, Teatro Imersivo; O Crucificado, Útero/Teatro o Bando (Prémio Autores SPA 2010) e Inferno, Teatro O Bando, (Prémio Autores SPA 2018). Coautor com João Brites da Representação Portuguesa na Quadrienal de Praga 2011. Organizou e participou, pela APCEN, na Quadrienal de Praga de 2015 com Clara Bento e João Brites com a intervenção, "Onde está o meu País?". É Comissário e coordenador da Exposição CASTANHEIRA RETROSPECTIVA 1973/2025 no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.
Rui Francisco
Cenógrafo e Arquitecto
Bio
Cenógrafo e Arquitecto. Estreia-se como assistente de cenografia de José Manuel Castanheira. É membro fundador da APCEN - Associação Portuguesa de Cenografia. É Cooperante do Teatro O Bando e integrou a Direcção Artística entre 2003/2024. Percorre, desde 1989, os Territórios Livres da Arquitectura e da Cenografia como criador de Espaço para o Quotidiano, Televisão, Cinema e Teatro. É coautor do Projecto de Arquitetura do Museu do Oriente com Carrilho da Graça, (prémio Melhor Museu Português, 2009). Autor de múltiplos espaços cenográficos para cinema, entretenimento e ficção televisiva destacando Depois do Adeus (Patrícia Sequeira); concertos Ana Moura nos Coliseus-2017; Prémios PLAY da Música Portuguesa e documentário Quem vai a Guerra (Marta Pessoa). Criou com vinte encenadores/as, mais de oitenta cenografias para teatro, com diversas nomeações e prémios, destacando: A Morte do Corvo, Teatro Imersivo; O Crucificado, Útero/Teatro o Bando (Prémio Autores SPA 2010) e Inferno, Teatro O Bando, (Prémio Autores SPA 2018). Coautor com João Brites da Representação Portuguesa na Quadrienal de Praga 2011. Organizou e participou, pela APCEN, na Quadrienal de Praga de 2015 com Clara Bento e João Brites com a intervenção, "Onde está o meu País?". É Comissário e coordenador da Exposição CASTANHEIRA RETROSPECTIVA 1973/2025 no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.
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