João Brites
Cenógrafo, encenador e dramaturgista
João Brites (n. 1947) Frequenta o Liceu Pedro Nunes (1957-65) e A Gravura (1963-66) onde tem como professores Alice Jorge, Hogan, Rossini Perez, Carmen Garcia e William Hayter. Obtém o estatuto de refugiado político da ONU por ter sido proibido de estudar. Na École Nationale Supérieure des Arts Visuels (1966-71) licencia-se em gravura com bolsa da Gulbenkian. Está representado no Centro de Arte Moderna e noutros museus europeus. Realiza exposições individuais de gravura. Trabalha como animador cultural, como cenógrafo, como marionetista, acabando por criar o Théâtre Inti (1972-74) em Bruxelas. De regresso funda o Teatro O Bando (1974) que privilegia a relação com crianças, evitando uma visão redutora quanto aos conteúdos e à exigência estética. Como dramaturgista adapta textos não-dramáticos; como encenador incentiva a construção de personagens extravagantes; como cenógrafo esboça dramatografias para exercitar a interdependência dos atores com matérias e polissémicas Máquinas de Cena. Na sequência destas atividades é nomeado comissário da Representação Oficial Portuguesa na Quadrienal de Praga (2011). Obtém vários prémios ao trabalhar com atores como Horácio Manuel, Paula Só, Antónia Terrinha, Raul Atalaia, Nicolás Brites, Sara de Castro, Rita Brito, Juliana Pinho. Redige anualmente um dos nove volumes de Atriz e Ator Artistas editado desde 2023 pelo Teatro Nacional D. Maria II.
João Brites
Cenógrafo, encenador e dramaturgista
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Bio
João Brites (n. 1947) Frequenta o Liceu Pedro Nunes (1957-65) e A Gravura (1963-66) onde tem como professores Alice Jorge, Hogan, Rossini Perez, Carmen Garcia e William Hayter. Obtém o estatuto de refugiado político da ONU por ter sido proibido de estudar. Na École Nationale Supérieure des Arts Visuels (1966-71) licencia-se em gravura com bolsa da Gulbenkian. Está representado no Centro de Arte Moderna e noutros museus europeus. Realiza exposições individuais de gravura. Trabalha como animador cultural, como cenógrafo, como marionetista, acabando por criar o Théâtre Inti (1972-74) em Bruxelas. De regresso funda o Teatro O Bando (1974) que privilegia a relação com crianças, evitando uma visão redutora quanto aos conteúdos e à exigência estética. Como dramaturgista adapta textos não-dramáticos; como encenador incentiva a construção de personagens extravagantes; como cenógrafo esboça dramatografias para exercitar a interdependência dos atores com matérias e polissémicas Máquinas de Cena. Na sequência destas atividades é nomeado comissário da Representação Oficial Portuguesa na Quadrienal de Praga (2011). Obtém vários prémios ao trabalhar com atores como Horácio Manuel, Paula Só, Antónia Terrinha, Raul Atalaia, Nicolás Brites, Sara de Castro, Rita Brito, Juliana Pinho. Redige anualmente um dos nove volumes de Atriz e Ator Artistas editado desde 2023 pelo Teatro Nacional D. Maria II.
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